quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

A equipe de Educação Ambiental e Comunicação Social da PCH Tamboril reuniu algumas dicas para evitar contágio pelo CORONAVÍRUS (SARS-CoV-2).


segunda-feira, 30 de novembro de 2020

 




Sites consultados:

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm

https://www.meioambiente.go.gov.br/noticias/1896-governo-de-goi%C3%A1s-renova-cota-zero-por-mais-seis-anos-e-fixa-per%C3%ADodo-de-defeso.html

sexta-feira, 30 de outubro de 2020

 



Saiba mais sobre o mosquito Aedes egypti no vídeo 👇




Referências:

Combate ao mosquito Aedes aegypti: https://www.ans.gov.br/prevencao-e-combate/combate-ao-mosquito-aedes-aegypti

Vídeo o ciclo de vida do Aedes: https://www.youtube.com/watch?v=rFFfntijlME

quarta-feira, 30 de setembro de 2020

 

Nesta postagem abordaremos a importância da fauna para a conservação e preservação do meio ambiente.

Vamos iniciar com o conceito de fauna!!! "Fauna é o termo coletivo para a vida animal de uma determinada região " (Biologia Net).


Existem espécies de animais que são polinizadoras, isso significa que esses animais levam os grãos de pólen, que são os gametas masculinos, de uma flor a outra, fecundando-a e são as flores fecundadas que se desenvolvem em frutos. 

Uma das espécies mais importantes e conhecidas que realizam esse serviço são as abelhas, mas também podemos destacar as aves em geral e também mamíferos, como os morcegos, esses que em sua grande maioria se alimentam de frutos e néctar.

Essa relação entre a fauna e a flora acontece naturalmente e traz benefícios a todos os envolvidos. Para as espécies vegetais: reprodução. Para as espécies animais: alimento.


Como exemplos de espécies dispersoras podemos citar a anta (Tapirus terrestres) e o lobo-guará (Chrysocyon brachyurus) que alimentam-se de frutos e dispersam as sementes por meio de suas fezes.


Outros animais, que andam em bando, como é o caso dos catetos (Pecari tajacu), acabam que por pisotear os brotos no solo, fazendo que esses acabem sendo enterrados e favorecem a sua germinação. Eles possuem um papel importante pois influenciam o padrão de regeneração vegetal. Por exemplo, em locais com poucas espécies predadoras de sementes, árvores com sementes grandes possuem vantagem sobre aquelas com sementes pequenas e podem acabar “dominando” a paisagem e diminuindo a diversidade de plantas naquele local.

Outra característica dos animais em relação ao meio ambiente é que existem espécies que são consideradas bioindicadoras, isso quer dizer que a presença ou ausência destes, indica a qualidade ambiental de determinado local ou região. Como exemplo de animais bioindicadores, podemos mencionar algumas espécies de peixes, sapos, rãs, aves, entre outros.

Às vezes, alterações nas relações que se dão entre espécies de animais também podem influenciar indiretamente nas dinâmicas da vegetação: a diminuição das populações de grandes predadores, como as onças pintadas (Panthera onca) é acompanhada pelo aumento da abundância de mamíferos de médio e pequeno porte, por dois motivos principais: primeiro porque os mamíferos que são predadores menores, como as jaguatiricas (Leopardus pardalis) e gatos-do-mato (Leopardus tigrinus) passam a ocupar os espaços que antes eram dos grandes predadores, e segundo porque as espécies herbívoras, especialmente as de médio e grande porte como as capivaras (Hydrochoerus hydrochaeris) e veado catingueiro (Mazama gouazoubira), passam a ser menos predadas. Como consequência, o aumento dos herbívoros afeta as plantas das quais se alimentam, resultando em um padrão de distribuição diferente do que aconteceria se não houvesse alteração na população de grandes predadores, podendo levar também à diminuição das espécies de plantas.

 Em condições naturais os ecossistemas se mantêm dinamicamente equilibrados, no entanto, a retirada de espécies da fauna ou da flora, por meio de caça, desmatamento, queimadas, pesca predatória, ou mesmo devido aos efeitos da poluição ou contaminação ambiental podem causar efeito em cascata no ambiente, resultando em diversas alterações, como proliferação de doenças, alteração do clima e regime de chuvas, entre outros danos.


Referências bibliográficas consultadas:

Ana Carolina Dalla Vecchia (Departamento de Fauna da Coordenadoria de Biodiversidade e Fiscalização). A importância da fauna para a existência das florestas. Disponível em: <https://www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br/educacaoambiental/2019/11/11/a-importancia-da-fauna-para-a-existencia-das-florestas/#:~:text=%C3%80s%20vezes%2C%20altera%C3%A7%C3%B5es%20nas%20rela%C3%A7%C3%B5es,e%20pequeno%20porte%2C%20por%20dois>. Acesso em 10 de setembro de 2020.

Biologia Net. Fauna e Flora. Disponível em: <https://www.biologianet.com/biodiversidade/fauna-flora.htm> Acesso em 10 de setembro de 2020.

BIOTA (Instituto Virtual de Biodiversidade). Biodiversidade de interações entre vertebrados frugívoros e plantas da mata atlântica do sudeste do Brasil. Disponível em: < https://www2.ib.unicamp.br/projbiota/frugivoria/inter.html> Acesso em 10 de setembro de 2020.

BRASIL. Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998. Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, e dá outras providências. Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm> Acesso em 10 de setembro de 2020.

Instituto Rã-Bugio. Interação dos animais com a floresta. <http://www.ra-bugio.org.br/mataatlantica_04.php>. Acesso em 10 de setembro de 2020.

Roberto NaimeAnimais Bioindicadores. Disponível em: <https://www.ecodebate.com.br/2011/05/06/animais-bioindicadores-artigo-de-roberto-naime/> Acesso em 10 de setembro de 2020.

sexta-feira, 31 de julho de 2020

Conhecendo os Programas Ambientais da PCH Tamboril!!

Hoje vamos falar um pouquinho sobre o: PROGRAMA DE MONITORAMENTO DA FAUNA SILVESTRE. Vamos lá?? 👇


O Programa de Monitoramento da Fauna Silvestre tem como objetivo conhecer os animais representantes de mamíferos voadores (morcegos) e não voadores, herpetofauna (anfíbios e répteis) e aves que vivem entorno da PCH Tamboril e acompanhar o seu comportamento após a formação do reservatório do empreendimento.

Em atendimento a este programa são realizadas campanhas de coleta de dados, semestrais em 05 áreas amostrais situadas no entorno da PCH Tamboril.

Para o estudo da mastofauna-voadora utiliza-se rede de neblina, por meio da qual registrou-se 26 espécies de morcegos, dentre elas: morcego-fruteiro, morcego-beija-flor, morcego-pescador, morcego-fruteiro, entre outros.

Morcegos registrados em campanha de monitoramento. Fotos: Aveverde.

Para o estudo dos mamíferos não voadores utiliza-se as seguintes metodologias: armadilhas livetraps (tomahawk e sherman), armadilhas de interceptação e queda (pitfall), armadilhas fotográficas, transectos diurnos e noturnos e entrevistas, por meio das quais registrou-se 53 espécies de mamíferos não voadores, como: quati, mão-pelada, cachorro-do-mato, veado-mateiro, onça-parda, cachorro-do-mato, irara, tatu, anta, tamanduá, ratos, gambá, cutia, capivara, bugio, porco-espinho, etc.


Mamíferos não-voadores registrados em campanha de monitoramento. Fotos: Aveverde.


Para monitoramento da Herpetofauna (anfíbios e répteis) são utilizadas armadilhas de interceptação e queda (pitfall trap associado a drift fences), busca ativa diurna e noturna e entrevistas com moradores locais.

50 espécies de anfíbios, entre elas: sapo-cururu, sapo-folha, sapinho-venenoso, rã-ponta-de-flecha, perereca-raspa-cuia, rã-pimenta, rã-cachorro, pererequinha-do-brejo, entre outras.

Anfíbios registrados em campanha de amostragem. Foto: Aveverde.

51 espécies de répteis, como: lagartixa, cobra-cega, teiú, lagarto-preguiça, iguana, calango, cobra-cipó, falsa-coral, coral-verdadeira, etc.

Répteis registrados em campanha de monitoramento. Fotos: Aveverde.

Para monitoramento da Avifauna utiliza-se redes de neblina (mistnet), registros em pontos de escuta e busca ativa nos corpos hídricos.

290 espécies de aves, dentre elas: gavião-caboclo, jaçanã, beija-flor, bacurau, udu, urubu-rei, tuiuiú, frango-d'água-pequeno, entre outros.

Aves registradas em campanhas de monitoramento. Fotos: Aveverde.




sexta-feira, 5 de junho de 2020

DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE!


No dia mundial do Meio Ambiente vamos falar sobre o plástico, que tem se mostrado um dos maiores desafios ambientais do século XXI. 

A história do plástico começou em 1862, quando Alexander Parkes descobriu um material orgânico derivado da celulose. A parkesina, como ficou conhecida, foi descoberta durante a busca por um material substituto da borracha, matéria-prima utilizada em muitos produtos na época.  A parkesina quando aquecida podia ser moldada e mantinha a mesma forma quando esfriava. Entretanto, seu elevado custo de produção desestimulou os investidores.

Em 1869, o tipógrafo americano John Wesley Hyatt descobriu um material a base de nitrato de celulose tornava-se um filme sólido e flexível. A chamada celuloide era formada por uma mistura de fibras de algodão com ácidos. Celuloide foi utilizada para substituir o marfim na fabricação de bolas de bilhar – esporte tão popular que já ameaçava a população de elefantes. 

Há cerca 100 anos Leo Hendrik Baekeland criou a primeira resina totalmente sintética: a baquelita, a primeira forma comercial de plástico totalmente sintético.

“A sociedade estaria 200 anos atrasada se o plástico não tivesse sido inventado”, complementa o engenheiro de materiais especialista em polímeros Luis Fernando Cassinelli, presidente da consultoria paulista Avantec BR Participações.

Daí para o material ocupar o papel de destaque que tem atualmente foi apenas questão de tempo: a produção mundial de plástico passou de 1,5 milhão de toneladas em 1950 para 396 milhões de toneladas em 2016, e estima-se que a produção em 2050 chegue a 33 bilhões de toneladas.

Se a produção e uso do material aumentou, a demanda pela destinação não poderia ser diferente....aumentou ainda mais!!! E é aí que enfrentamos um grande desafio, pois a maior parte do plástico é descartado em locais inadequados.


De acordo com Pesquisa FAPESP, "especialistas preocupam-se particularmente com o impacto da poluição por plásticos nos mares. Calcula-se que, a cada ano, mais de 8 milhões de toneladas de lixo produzidos desse material cheguem aos oceanos, provocando prejuízos à vida marinha, à pesca e ao turismo. Grandes aglomerações de plástico flutuante estão presentes em todos os oceanos – são os chamados giros. O maior deles, a Grande Mancha de Lixo do Pacífico, forma-se na altura do Havaí e da Califórnia e se estende até o Japão".

Outro problema é que na natureza os plásticos sintéticos levam um tempo excessivo para se degradar. Garrafas de água e refrigerantes feitas de PET (polietileno tereftalato) precisam de até 400 anos para se decompor, enquanto um copo de plástico permanece pelo menos 200 anos no ambiente.

A poluição por materiais plásticos, sustenta Skaf, é um grave problema ambiental e requer, para seu enfrentamento, três abordagens complementares: a drástica redução do uso, a substituição por novos materiais (com características similares ao plástico sintético) facilmente degradáveis e a destinação adequada dos resíduos, via coleta e reciclagem.

Que tal adotar uma forma de consumo mais consciente??? E ajudar o Planeta Terra a se tornar mais saudável para todas as formas de vida!!!!

  1. De preferência à materiais reutilizáveis ou biodegradáveis, como sacolas de pano, canecas ou caixas de papelão;
  2. Se o uso de canudos for indispensável para você, utilize de um material que não seja descartável, como vidro ou metal;
  3. Separe seu lixo para auxiliar no processo de reciclagem. 

No seu município não tem coleta seletiva? Ajude a pressionar as autoridades, a reciclagem não só é importante para a natureza como também para a geração de rendas para muitas famílias.


Referências:

Como surgiu o Plástico: https://www.ebc.com.br/infantil/voce-sabia/2014/07/como-surgiu-o-plastico#:~:text=A%20hist%C3%B3ria%20do%20pl%C3%A1stico%20come%C3%A7ou,em%20muitos%20produtos%20na%20%C3%A9poca.&text=Esses%20eram%20os%20grandes%20desafios%20para%20se%20fabricar%20uma%20resina%20pl%C3%A1stica.

História do Plástico: https://plasticovirtual.com.br/historia-e-evolucao-do-plastico/;

Plástico o maior desafio ambiental do século XXI: https://economia.estadao.com.br/blogs/ecoando/plastico-e-o-maior-desafio-ambiental-do-seculo-xxi-segundo-onu-meio-ambiente/.